Porque trabalhar no grupo

Quer trabalhar em uma equipe autogerenciada, sem chefe chato, autoritário ou que não entende nada de desenvolvimento de software? Quer trabalhar numa equipe em que é escutado?
Trabalhamos aqui com equipes totalmente auto-organizadas e autogerenciadas. Não há chefes, gerentes, coordenadores, Scrum(but) Masters ou coisa que o valha. As decisões são sempre tomadas em conjunto, em consenso. Mostre para a equipe que sua ideia é interessante e vai ser prontamente aceita.

Quer trabalhar com metodologia ágil, sem burocracia e nada de documentos inúteis?
Nada de prolixos Documentos de Requisitos; nada de fantasiosos Gráficos de Gantt; nada de burocráticas Requisições de Mudança (Change Requests) e seus associados – Viabilidade Técnica (Feasibility Technical), Custos e Benefícios (Costs and Benefits), Análise de Impacto (Impact Analysis), Plano de Mudança (Change Planning), etc.; nada de detalhados Diagramas de Classes, Diagramas de Sequência, etc. Trabalhamos aqui com desenvolvimento ágil. Incentivamos o uso de conceitos, metodologias, práticas e ferramentas modernas e inovadoras como Automação de Tarefas, Código Coletivo, Código Expressivo, Código Limpo (Clean Code), Deploy Contínuo, Design de Interação, Design Incremental, eXtreme Programming (XP), Inspeção Automatizada de Código, Integração Contínua, Kanban Development, Lean Software Development, Métricas de Código, One-Click Deploy, Padrões Arquiteturais de Aplicações Corporativas (Patterns of Enterprise Application Architecture), Padrões de Projeto (Design Patterns), Programação Defensiva, Programação em Par, Refatoração, Retrospectiva, Reuniões Diárias (Stand-Up Meetings), Revisão de Código, Scrum, Servidores de Build, Sistemas de Controle de Versão, TDD, Testes Automatizados, Testes de Carga, Testes de Integração, Testes de Estresse, Testes de Unidade (Unitários)

Quer refatorar aquele trecho macarrônico de código, para cobrir aquela funcionalidade com testes automatizados, automatizar aquela tarefa chata, migrar para a nova versão de um determinado framework, IDE, sistema de controle de versão ou ferramenta, quer aplicar aquela prática bacana que você leu num artigo?
Nossas equipes são “obrigadas” a dedicar parte (em geral, 20%) de seu esforço em atividades de melhoria. Se você tem uma ideia que considera bacana, que acredita que vai ajudar a melhorar o desempenho da equipe, basta convencê-la, e não um gerente míope que enxerga apenas um palmo a sua frente, que está preocupado só com a próxima entrega, que não consegue perceber ganhos a longo prazo.

Chegou a hora de ser reconhecido.
Avaliamos continuamente nossos profissionais. Se alguém se destaca, se alguém se desenvolve, se alguém é talentoso e mostra resultado, é promovido. E um dos principais insumos para isso é a avaliação de seus próprios colegas de equipe, e não apenas a opinião de um gerente que não entende nada de desenvolvimento de software.

Ainda esperando um cargo vagar para poder crescer?
Cenário comum: a pessoa atinge o nível máximo como desenvolvedor, e, para poder continuar crescendo, precisa esperar uma oportunidade para assumir a coordenação ou a gerência de uma equipe. Como já dito, aqui não há coordenadores ou gerentes – as equipes são autogerenciadas. Um profissional com o perfil mais técnico pode por exemplo ganhar mais que um profissional com o perfil mais voltado para gestão. Não existe relação entre o papel que a pessoa exerce – ou o cargo estampado no cartão de visitas – e sua remuneração. Entendemos que, em desenvolvimento de software, as habilidades técnicas são tão ou mais importantes que as habilidades gerenciais.

Cansado da empresa não investir em você?
A maioria dos bons profissionais de desenvolvimento de software que conhecemos são autodidatas: leem livros, artigos, blogs, participam de listas de discussão. Isso não quer dizer que não valorizamos treinamentos formais. Promovemos continuamente treinamentos internos (em geral ministrados por profissionais renomados no país) e temos um programa de subsídios a pós-graduações, cursos, congressos, etc. Cada equipe tem um orçamento próprio para isso.

Cansado de ouvir reclamação porque chega todo dia 15 minutos atrasado?
Nosso horário é flexível. Se você prefere chegar depois do horário convencional e ficar até mais tarde, sem problema; se você quer tirar um dia de folga para resolver assuntos particulares, sem problema; se você quer imprensar (enforcar) a segunda por conta de um feriado na terça, sem problema. Basta combinar com sua equipe e compensar noutras oportunidades.

O que queremos:
Queremos pessoas talentosas, que estejam seguras de que nasceram com a vocação para desenvolver software. Queremos pessoas que realmente saibam trabalhar em equipe, que respeitem a opinião dos outros e que se engajem numa decisão da equipe mesmo que contrária à sua opinião pessoal. Queremos pessoas dispostas a crescer continuamente, a aprender, a sempre melhorar. Queremos pessoas dispostas a realizar um bom trabalho, e a ajudar seus colegas a se desenvolverem.

O que não queremos:
Não queremos pessoas que enxergem metodologias, práticas, ferramentas e tecnologias como um fim em si mesmo. Queremos pessoas que trabalhem para atingir resultados. Se você por exemplo coloca o uso de uma versão mais moderna de uma determinada ferramenta acima do resultado, seu lugar não é aqui. Se você procura um lugar para ficar o dia inteiro experimentando as tecnologias mais modernas, seu lugar não é aqui. Queremos pessoas que tenham como objetivo entregar software de qualidade (pouquíssimos defeitos, boa usabilidade, boa performance), apresentar um bom nível de produtividade, atender rapidamente as demandas, cumprir prazos. Ainda que entendamos que as metodologias, práticas, ferramentas e tecnologias que citamos nos ajudam a cumprir nossos objetivos, nosso negócio não é parecer bacana, modernoso, cool ou up-to-date; nosso negócio é mostrar resultado.

Não queremos pessoas que tenham como sonho se tornar apenas gerente de projeto. Repetindo: não temos gerentes de projeto. Isso não quer dizer, obviamente, que não gerenciamos nossos projetos, ou que não valorizamos pessoas com essa habilidade. Mas nosso olhar a respeito dessa disciplina é totalmente alinhado aos valores e princípios do Manifesto Ágil, uma abordagem diametralmente oposta ao que se caracterizou como convencional por um bom tempo: hierarquização, concentração de responsabilidade, comando e controle. A gestão de cada equipe é realizada de forma colaborativa, pelos próprios membros da equipe, com responsabilidade e tarefas compartilhadas, valorizando o surgimento natural de lideranças. Na nossa empresa, fora do Desenvolvimento, há vários cargos de gerência, e você até pode um dia ocupar um deles, se quiser e tiver talento. Mas não pense assim: “Vou aproveitar essa vaga no Desenvolvimento para entrar na empresa e depois me tornar gerente.” Essa estratégia não vai funcionar. E mais: se um dia quiser ser gerente, vai ser por uma questão de novas experiências, pois a remuneração dos profissionais mais graduados do nosso setor é de nível de gerência.

Não queremos pessoas reclamonas, que fiquem no cafezinho se lamentando eternamente dos problemas de sua equipe, das outras equipes, e da empresa. Queremos pessoas dispostas a resolver esses problemas.

Não queremos pessoas que supervalorizam formação e certificação. Pouco nos interessa quantos certificados você tem; pouco nos interessa se você tem nível médio ou superior, se é especialista, mestre, doutor ou pós-doutor. O que nos interessa é o resultado que você produz. Se você for analfabeto e mostrar um resultado ótimo, vai ser remunerado idem. Isso não quer dizer, obviamente, que não valorizamos os métodos tradicionais de formação. Tanto é verdade que temos um programa de subsídios para esse tipo de formação. O que queremos deixar claro é que ninguém aqui vai subir na carreira apenas porque tem uma certificação, um título de mestre, etc. As pessoas aqui vão subir na carreira se apresentarem bons resultados, se souberem trabalhar em equipe.

Se interessou?

Envie seu currículo para vagas@grupofortes.com.br.


Anúncios